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quinta-feira, 9 de maio de 2013

EM BREVE,o mais breve!!

Amigos,

O mais breve possível voltarei a publicar os meus trabalhos, seminários e discussões jurídicas do curso de Direito!! 
esperando só ter um tempinho a mais ( o que parece impossível). Muito trabalho por aqui no escritório(processos que tem vidaa!!)  provas e muitos trabalhos da faculdade, e ainda tem as coisas de casa e outras (...)  para estar e colocar em dia todos os dias!!

Mesmo assim obrigada pela consideração de vocês nos meus trabalhos já publicados. Um grande Beijo e sucesso a todos.

Graça e Paz
Fé, foco e força!!!

Ana Labre

terça-feira, 26 de março de 2013

"Viramos assessores de imprensa de nós mesmos."



Você já deve ter conhecido alguém que é legal na vida real, mas na internet é inconveniente. Aquela pessoa que posta fotos de cachorro abandonado, do parente no hospital, ou ainda de momentos íntimos. O contrário também é comum. Você conhece uma pessoa pela internet, seja porque ela é engraçada ou porque é amigo de algum amigo e que parece ser legal, mas quando encontra pessoalmente, o charme se vai. Esses desencontros passaram a fazer parte da nossa vida há pouco tempo: nossa identidade virtual foi colada em quem realmente somos socialmente.
Um sábio uma vez falou que “o twitter me fez gostar de pessoas que não conheço e o facebook me fez odiar pessoas que conheço há anos”. Na internet as pessoas se revelam de outra forma, e ainda há muito o que ser equilibrado para que a etiqueta social seja aplicada na vida virtual.
Muito desse descompasso está em poder criar uma persona arbitrariamente editada na internet. Eu escolho qual foto colocar no meu perfil, quais nuances ressaltar da minha personalidade, qual gosto por músicas ou filmes eu divulgarei e quais opiniões sobre os acontecimentos eu darei. Tudo pode ser meticulosamente calculado. Quem não tem noção do perigo que pode ser expor algo íntimo na internet (pelo fato daquilo nunca mais ser apagado), corre o risco de queimar sua imagem para sempre.
Penso que muito desse conflito é causado porque a internet preenche um vazio da solidão do mundo moderno. Ela te acostuma a ter novidades o tempo todo, a se mostrar e ser aceito pelos seus gostos. O like nada mais é que um abraço – e não fui eu que criei esse conceito. Você entra na lógica de se expor e ser aceito e precisa retroalimentar o processo o tempo todo. Viramos “sacos sem fundo” de carência.
Quem tem Instagram pode perceber isso claramente. Há sempre alguém fazendo algo mais legal que você, em uma casa mais bem decorada que a sua, comendo uma comida melhor que o seu jantar. Há até uma síndrome nomeada de ‘Fear Of Missing Out’ para definir esse descompasso: é como se sempre estívessemos deixando de viver uma vida maravilhosa o tempo todo.
Acredito portanto que as pessoas que se expõem erroneamente na internet estão tentando entrar nesse ritmo, criar pessoas interessantes, conviver socialmente numa posição de destaque, mas que estão claramente falhando. E isso é compreensível. É dificílimo se sair bem. São muitas ferramentas, estímulos. Uma hora é legal gostar de uma banda e minutos depois isso foi vencido e já ficou determinado que é ridículo.
Outro dia brinquei: “se você comeu e não tirou foto, essa refeição existiu?”, numa alusão à máxima filosófica “Se uma árvore cai na floresta mas não há ninguém por perto, ela faz barulho?”. Será que só faz sentido ir a um show se ele for instagramável, tuitável ou compartilhável? Quem nunca sentiu ansiedade de estar vivendo um momento e não poder compartilhar com uma dezena de outras pessoas, que atire a primeira pedra. Vivemos em uma lógica de sempre divulgar o que estamos fazendo para sermos admirados. Viramos assessores de imprensa de nós mesmos.

ADPT: Ana Labre 

segunda-feira, 25 de março de 2013

Pseudos ou "mente abertas?".


Você tem cabeça aberta?

DE SÃO PAULO

Você tem cabeça aberta? Acusar alguém de ter cabeça fechada hoje em dia é uma ofensa pior do que xingar a mãe.
Hoje todos querem ter cabeça aberta. Um tema top para cabeças abertas é preconceito x práticas sexuais, e um lugar certo para deixar claro que você tem cabeça aberta é jantares inteligentes. Se você quer fazer sucesso num jantar desses, chame todo mundo que discorda de você de "ridícula".
Nesses jantares, as pessoas têm as opiniões certas sobre tudo; por exemplo, ninguém tem preconceito contra nada. Acho muito fofo gente que não tem nenhum preconceito contra nada.
No tema "práticas sexuais", o que percebemos, se formos um pouquinho além do senso comum, é que o "normal x patológico" ou "moral x imoral" é bastante relativo no tempo e no espaço. Isso significa que o que se acha imoral hoje amanhã pode não ser, e vice-versa. O mesmo para o que se acha patológico.
Quem busca um critério absoluto, sem variação histórica ou geográfica (a tal variação no tempo e no espaço de que falei acima), hoje em dia, se vê em maus lençóis. Além, claro, de dar atestado de ter preconceitos numa época em que ter preconceitos é pior do que matar a mãe.
Aliás, se não disse ainda, digo: acho fofo gente que não tem preconceito contra nada.
Um modo de se posicionar acerca dessa fronteira entre sexo normal x patológico ou moral x imoral é defender a ideia de que entre dois adultos tudo é permitido, se a prática for fruto de livre escolha (eis uma versão para mortais da tal autonomia kantiana).
Esse argumento até é válido, já que não sabemos mais nada sobre coisa nenhuma em moral (só mentirosos dizem que têm "princípios éticos"). Mas ele é problemático, já na definição de "adulto", porque ela também é relativa no tempo e no espaço. Um cara de 40 ficar com uma mina de 14 nem sempre foi visto como crime contra a infância.
Outra coisa problemática é a própria ideia de "livre escolha". Por exemplo, se você gosta de apanhar, talvez só goste mesmo quando seu parceiro ou parceira vai além do que você "permite", senão você não goza de verdade. Mas devo confessar que há algo de pueril em achar que "livre escolha" resolva o problema. Acreditar na ideia de "autonomia kantiana" (a tal da "livre escolha"), às vezes, também, é superfofo.
Vamos, porém, deixar de barato esses pequeníssimos detalhes e vamos a algo mais "significativo".
Faço uma proposta para seu próximo jantar inteligente. Claro, se você for um pobre engenheiro, nem pense em querer ir, a menos que sua mulher seja psicóloga --aí os donos da casa inteligente podem aceitá-lo. Se você for um cara e sua "mulher psi" for um cara também, aí a entrada é garantida.
Acho que, se você é o tipo de pessoa que quer provar que tem cabeça aberta, você deve discutir apenas o que lhe parece absurdo (ou "nojento", na linguagem de gente que tem preconceito). Mas não é isso o que acontece normalmente.
A moçadinha que tem cabeça aberta só gosta de discutir coisa que não põe em risco sua imagem de gente bacana. Falar mal de machista, racista, sexista, católico e evangélico é coisa de iniciante no ramo de discussões de verdade.
Lembre: o que hoje é doença ou imoralidade amanhã pode não ser.
Na verdade, imagino que em breve esses caras terão suas ONGs e defenderão também "safe sex". Como fazê-lo? Ensinando nas escolas a identificar fezes infectadas pela aparência e cheiro?
O que a gente fofa diria disso? Ainda sem preconceito? Perdeu o apetite? As ciências sexuais têm muito o que aprender.

ADPT: Ana Labre
Luiz Felipe Pondé
Luiz Felipe Pondé, pernambucano, filósofo, escritor e ensaísta, doutor pela USP, pós-doutorado em epistemologia pela Universidade de Tel Aviv, professor da PUC-SP e da Faap, discute temas como comportamento contemporâneo, religião, niilismo, ciência. Autor de vários títulos, entre eles, "Contra um mundo melhor" (Ed. LeYa). Escreve às segundas na versão impressa de "Ilustrada".

terça-feira, 23 de outubro de 2012

AULA DE DIREITO-Sandra Jorge

AULA DE DIREITO


Uma manhã, quando nosso novo professor de "Introdução ao Direito" entrou na sala,

a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Como te chamas?
- Chamo-me Juan, senhor.
- Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais!- gritou o desagradável professor.
Juan estava desconcertado.
Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
Todos estávamos assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - e perguntou o professor - para que servem as leis?...
Seguíamos assustados porém pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!

- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!!

- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça- falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso... para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começávamos a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor.
- Para diferençar o certo do errado... Para premiar a quem faz o bem...

- Ok, não está mal porém... respondam a esta pergunta:
agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?...
Todos ficamos calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não!! - respondemos todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!!!
- E por que ninguém fez nada a respeito?

Para que queremos leis e regras
se não dispomos da vontade necessária para pratica-las?
-Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar
quando presenciar uma injustiça. Todos.
Não voltem a ficar calados, nunca mais!
- Vá buscar o Juan - disse, olhando-me fixamente.
Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.
Quando não defendemos nossos direitos
perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia
 
Sandra Jorge

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Especialmente para minhas amigas- Tuanny Santos (Tuty) e Caroline Zampilis (Raven)


Amiguissimas  olhem que tema bacana!! Vivemos e aprendamos!!

As vezes temos muitos sonhos, muitos planos que queremos realizá-los algum dia. Eles se baseiam principalmente no nosso conhecimento de mundo ou adminiração de alguma coisa, de algo ou de alguma pessoa em especial. Sendo assim, como temos tantos planos temos que saber diferenciar a COMPARAÇÃO da ADMIRAÇÃO. Admirar  algo bom, bonito e promissor não é nada de mais, as vezes nos impulsiona a querer também a correr atrás e conquistar o melhor. Mas comparar não nos leva a nada, para conquistarmos nossos próprios bens precisamos antes de tudo valorizar as nossas conquistas, a nossa vida, a nossa própria beleza a nossa luz!! o amor próprio é a base de tudo!

As comparações fazem parte da natureza humana e servem, de certo modo, para definir papéis e particularidades: fulano é mais alto do que beltrano, meu salário é maior que o seu, a empresa em que trabalho é tão boa quanto a sua. Até certo ponto, se comparar com os outros é normal –o problema é que muita gente transforma essa ação em hábito, o que pode ser prejudicial. Principalmente se a conclusão sempre sinaliza uma posição de desvantagem para quem se compara. Se isso vem acontecendo com você, confira a opinião de especialistas sobre o que esse comportamento e saiba como lidar com ele.

Autoestima baixa
De acordo com a psicóloga Miriam Barros, especialista em terapia familiar, psicodrama e coach, quanto mais insatisfeitos e infelizes estamos com o que somos ou temos, mais comparações fazemos –e elas incomodam. Para a psicóloga Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a ação de comparar está ligada à competição. "Quem sempre se vê em desvantagem em relação aos demais se coloca no papel de vítima, de eterno perdedor. É um sinal de extrema insegurança, de quem não sabe valorizar o que tem, pois nem sabe o que tem", afirma.

Dica: o primeiro passo é ter um olhar mais carinhoso e menos exigente sobre si mesmo. "Em vez de observar somente o que o outro tem e você não, concentre-se nas suas conquistas e qualidades", afirma Denise. O truque de colocar essa lista em um papel dá certo, pois escrever funciona como uma espécie de validação inconsciente.

Inveja sutil
Todo sentimento de inveja é motivado por uma comparação –o invejoso quer determinada coisa que o outro tem porque a julga melhor do que aquilo que possui. A diferença é que o invejoso padrão não sabe lidar direito com a própria frustração, mas se mexe para combatê-la. Para atingir seus objetivos, pode apostar em atitudes positivas, como fazer da dor de cotovelo uma motivação, ou em ações nocivas, como tentar prejudicar o alvo de quem lhe desperta ressentimento. Já quem vive à base de comparações, às vezes nem sabe se quer algo que pertence a outra pessoa –só tem certeza de que o que tem é pior, menos valioso ou de pouca importância.

Dica: segundo o psiquiatra José Raimundo Lippi, do IDHL (Instituto de Desenvolvimento Humano Lippi), vale tentar transformar a inveja em admiração. "Admirar algo ou alguém cria uma motivação para evoluir, enquanto se comparar produz um sentimento de inferioridade", diz. Essa evolução pode começar a partir de uma simples pergunta: como faço para obter ou desenvolver aquilo que vejo de bom na vida de outra pessoa?

Autoconhecimento
Pode acreditar: enquanto seu olhar estiver direcionado para o que acontece na casa do vizinho, nada vai melhorar. Por que? Porque você sabe mais sobre a vida dele do que sobre a sua. "Colocar-se somente em desvantagem revela que você vem valorizando apenas os aspectos negativos da sua trajetória pessoal", afirma Denise. Algumas frases típicas: "nada dá certo para mim”, “todo mundo ganha bem, menos eu", "nunca vou ter um carro decente" e por aí vai. É uma visão genérica e superficial que despreza os acontecimentos bons do caminho e as facetas positivas da própria personalidade.

Dica: lembre-se das conquistas que teve e das circunstâncias nas quais se saiu bem. Em vez de compará-las com as experiências de outra pessoa, analise o que você fez –e como fez– para que essas situações tenham dado certo.

Desvalorização do esforço alheio
Quem se compara demais costuma desenvolver um olhar fantasioso em relação ao próximo –na maior parte das vezes, as conquistas alheias são creditadas à sorte, e não ao merecimento. "A pessoa com a mania de comparação não consegue enxergar o mérito e o empenho dos outros, simplesmente porque não desenvolve tais características em si mesma", diz a psicóloga Denise. "Ela se sente tão para baixo e tem uma visão tão distorcida dos fatos que julga que as coisas caem do céu para todos, menos para ela".

Dica: pergunte-se: o quanto de esforço tal pessoa empregou para conquistar seus objetivos? Será que tenho disposição para fazer o mesmo? Ou só estou enxergando os benefícios? Vale, também, ter a humildade de chegar no outro e perguntar: "o que você fez?". Aproxime-se e aprenda.

Comodismo
Há quem envenene tanto a própria vida com a comparação que deixa de tomar atitudes importantes, que poderiam mudar sua rotina para melhor. Um bom exemplo é o do executivo inseguro que tem um bom projeto na cabeça, mas desiste de apresentá-lo ao chefe depois de ouvir as ideias de um colega –muito mais originais e criativas, segundo sua perspectiva distorcida.

Para os especialistas, as pessoas que vivem se comparando às outras parecem não sair do lugar justamente porque preferem ser conformadas– reclamam demais e se ressentem com aquilo que não é delas, mas não fazem nada para mudar. "É cômodo ficar olhando para a vida alheia, já que a mente tenta, o tempo todo, evitar o sofrimento. Mas essa atitude impede de encararmos a nós mesmos e resolver os problemas e dificuldades que temos", diz Miriam.

Dica: trace uma estratégia. Se deseja uma promoção no emprego, por exemplo, avalie se precisa fazer algum curso, passar por algum outro cargo primeiro, melhor o nível do inglês etc. "Não deixe de analisar as necessidades emocionais e os recursos disponíveis para atendê-las, como desenvolver a autoconfiança, ser mais otimista, ver o lado bom das coisas", diz Denise.
Fonte: Uol Mulher - Comportamento

Cameras nas Escolas, o que acham do tema?

A fim de garantir maior segurança nas unidades de educação do Município, a Prefeitura da Estância Turística de Salto contratou empresa especializada para instalar câmeras de vigilância em todas as escolas e creches.
Para tanto, essa contratação teve origem na elaboração de amplo projeto técnico contemplando 35 Unidades Educacionais, incluindo 260 câmeras com sensores infravermelhos passivos, 35 gravadores (junto da redundância perante a central de monitoramento), 35 centrais de alarmes, 35 comunicadores (linha telefônica, GPRS e Ethernet), tudo de acordo com as necessidades levantadas em parceria entre as Secretarias da Administração e da Educação.
Além de aumentar a proteção dos prédios públicos, o sistema licitadoviabiliza e disponibiliza largura de banda necessária para o fornecimento de internet às escolas municipais, além de permitir operações simultâneas como: gravação, reprodução e exportação de imagens, configuração do sistema, monitoramento ao vivo, consulta de eventos e pesquisa de imagens durante o monitoramento do servidor.
O projeto também contemplou a estruturação de uma central de monitoramento e de vigilância motorizada funcionando 24 horas por dia, além de um sistema de seguro dos prédios, dos bens neles existentes, bem como das suas instalações, com as coberturas essenciais.
Vale destacar que o sistema integrado de segurança contratado, que inclui alarme e comunicação junto de uma central de monitoramento, possui uma eficácia maior e um custo menor em relação à contratação de mão-de-obra.

A exemplo  das escolas no município de Salto em São Paulo, o tema em questão tem trazido vários debates e polêmicas. Se por um lado as escolas preveem uma maior segurança tanto para os alunos quanto para os professores, por outro os adolescentes e até mesmo os adultos se sentem invadidos. Para tentar diminuir os atos de violência e vandalismo, a Secretaria de Educação pretende instalar câmeras em todas as 620 escolas públicas do Distrito Federal. Assim, mesmo antes de ser sancionado pelo governador Arruda, o projeto do deputado Cabo Patrício causa muita polêmica entre estudantes, pais e psicólogos.
.A Jornalista Liliane Borba em suas publicações, narra sua opinião e a de estudantes pais e professores. Ensejada no tema em questão afirma que  a estudante Ingrid, de 15 anos, da escola Azul do Riacho Fundo 1, concorda com a instalação das câmeras, mas teme pela privacidade dos alunos, “É bom para inibir a violência, mas não acho certo vigiarem a gente dentro da sala de aula”.
            Mas quanto a isso, os alunos não precisam se preocupar, pois o projeto prevê que as câmeras fiquem nas áreas internas e externas das escolas, exceto em locais como banheiro, sala de aula e sala dos professores. Além de ser obrigatória a sinalização para avisar que a escola está sendo monitorada.
            Os pais acham importante e se sentirão mais seguros em deixar seus filhos nas escolas, como diz a dona de casa Thaís Silva, que também acredita que as câmeras podem ser grandes aliadas no processo de educação dos alunos. “Tem que ter câmera na escola, acho mais seguro. É um jeito dos alunos se auto-limitarem”.
            Para alguns psicólogos o monitoramento gera um falso conceito de disciplina, desenvolvendo nos estudantes uma dupla noção de moralidade. Os alunos se comportam bem diante das câmeras e mudam de comportamento quando estão longe delas. Porém, isso não pode ser visto de maneira generalizada. Os efeitos negativos dependem de cada aluno e devem ser tratados de modo individual e com a ajuda do Estado, como diz a psicóloga Fernanda Albuquerque, “Cabe à escola, ou melhor, ao governo contratar psicólogos para cada escola, ajudando assim os alunos na mudança”.
            Se os problemas de violência e vandalismo vêm causando tanta preocupação na comunidade, isso se deve à interação de diversos fatores que acabaram por culminar na implantação desse projeto. Podemos citar a inabilidade do Estado em oferecer condições suficientes para prevenir a violência e não apenas usar a repressão como forma para compensar sua ineficiência; a falta de compromisso da sociedade em assumir suas dificuldades de relacionamento interpessoal, como o preconceito e a exclusão; e também, a dificuldade das escolas em assumirem seu papel de educadoras e não apenas se organizarem para repreender as atitudes de vandalismo.
            A psicóloga Paola acredita em outras formas de combate à violência. “Melhor do que as câmeras seriam os trabalhos em grupos (alunos, professores, diretores, família e comunidade) para a preservação da escola, para a valorização do ensino-aprendizagem”.
            Mas não podemos negar que as câmeras podem ser grandes armas de intimidação e que podem ajudar no combate á violência. Porém, o medo que os indivíduos sentem em cometer infrações diante delas não pode ser visto como sinônimo de respeito.


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A pipa e a flôr



'O ciúme é aquela dor que dá quando percebemos que a pessoa amada pode
ser feliz sem a gente'. 
Por : Rubens Alves                                              A PIPA E A FLOR

Poucas pessoas conseguiram definir tão bem os caminhos do amor como
Rubem Alves, numa fábula surpreendente, cujos personagens são: uma pipa
e uma flor .


A história começa com algumas considerações de um personagem que 
deduzimos ser um velho sábio .


Ele observa algumas pipas presas aos fios elétricos e aos galhos das        
árvores e afirma que é triste vê-las assim, porque as pipas foram feitas  
para voar.     
Acrescenta que as pessoas também precisam ter uma pipa solta dentro delas
para serem boas.    
Mas aponta um fator contraditório: para voar, a pipa tem que estar presa         
numa linha e a outra ponta da linha precisa estar segura na mão de alguém.   
Poder-se-ia pensar que, cortando a linha, a pipa pudesse voar mais alto,
mas não é assim que acontece. Se a linha for cortada, a pipa começa a cair.       
Em seguida, ele narra a história de um menino que confeccionou uma pipa.    
Ele estava tão feliz, que desenhou nela um sorriso.  
Todos os dias, ele empinava a pipa alegremente.       
A pipa também se sentia feliz e, lá do alto, observava a paisagem e se
      
divertia com as outras pipas que também voavam.   
Um dia, durante o seu vôo, a pipa viu lá embaixo uma flor e ficou           
encantada, não com a beleza da flor , porque ela já havia visto outras     
mais belas, mas alguma coisa nos olhos da flor a havia enfeitiçado.        

Resolveu, então, romper a linha que a prendia à mão do menino e dá-la           
para a flor segurar. Quanta felicidade ocorreu depois!         
A flor segurava a linha, a pipa voava; na volta, contava para flor tudo o  
que vira. Acontece que a flor começou a ficar com inveja e ciúme da pipa.
         
Invejar é ficar infeliz com as coisas que os outros têm e nós não temos;
ter ciúme é sofrer por perceber a felicidade do outro quando a gente não          
está perto. A flor , por causa desses dois sentimentos, começou a pensar:          
se a pipa me amasse mesmo, não ficaria tão feliz longe de mim... Quando a      
pipa voltava de seu vôo, a flor não mais se mostrava feliz, estava sempre           
amargurada, querendo saber com quem a pipa estivera se divertindo. A
partir daí, a flor começou a encurtar a linha, não permitindo à pipa voar           
alto. Foi encurtando a linha, até que a pipa só podia mesmo sobrevoar a           
flor     .
Esta história, segundo conta o autor, ainda não terminou e está  
acontecendo em algum lugar neste exato momento.           
Há três finais possíveis para ela  

1 - A pipa, cansada pela atitude da flor , resolveu romper a linha e
procurar uma mão menos egoísta.

2 - A pipa, mesmo triste com a atitude da flor , decidiu ficar, mas            
nunca mais sorriu.

3 - A flor , na verdade, era um ser encantado. O encantamento quebraria         
no dia em que ela visse a felicidade da pipa e não sentisse inveja nem    
ciúme .

Isso aconteceu num belo dia de sol e a flor se transformou numa linda 
borboleta e as duas voaram juntas.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL

      INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL

        Você é Espiritualmente Inteligente?

        No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida. 

Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus" no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas. O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune. Afirma Dana: "A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos em uma cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual".
        Aos 57 anos, Dana vive na Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes. Formada em física pela Universidade Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford. É autora de outros oito livros, entre eles, "O Ser Quântico" e "A Sociedade Quântica", já traduzidos para o português. "QS - Inteligência Espiritual" já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record). Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido  ao seu trabalho.
        Ela falou a EXAME em Porto Alegre durante o 30º Congresso Mundial de Treinamento e Desenvolvimento da International Federation of Training and Development Organization (IFTDO), organização fundada na Suíça, em 1971, que representa 1 milhão de especialistas em treinamento em todo o mundo.


        Eis os principais trechos da entrevista:


        O que é inteligência espiritual?


É uma terceira inteligência, que coloca nossos atos e experiências num contexto mais amplo de sentido e valor, tornando-os mais efetivos. Ter alto quociente espiritual

(QS) implica ser capaz de usar o espiritual para ter uma vida mais rica e mais cheia de sentido, adequado senso de finalidade e direção pessoal. 

O QS aumenta nossos horizontes e nos torna mais criativos. É uma inteligência que nos impulsiona. É com ela que abordamos e solucionamos problemas de sentido e valor. O QS está ligado à necessidade humana de ter propósito na vida. É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão nortear nossas ações.

        De que modo essas pesquisas confirmam suas ideias sobre a terceira inteligência?
      Os cientistas descobriram que temos um "Ponto de Deus" no cérebro, uma área nos lobos temporais que nos faz buscar um significado e valores para nossas vidas. É uma área ligada à experiência espiritual. Tudo que influencia a inteligência passa pelo cérebro e seus prolongamentos neurais.. Um tipo de organização neural permite ao homem realizar um pensamento racional, lógico. Dá a ele seu QI, ou inteligência intelectual. Outro tipo permite realizar o pensamento associativo, afetado por hábitos, reconhecedor de padrões, emotivo. É o responsável pelo QE, ou inteligência emocional. Um terceiro tipo permite o pensamento criativo, capaz de insights, formulador e revogador de regras. É o pensamento com que se formulam e se transformam os tipos interiores de pensamento. Esse tipo lhe dá o QS, ou inteligência espiritual.


      Qual a diferença entre QE e QS?


É o poder transformador. A inteligência emocional me permite julgar em que situação eu me encontro e me comportar apropriadamente dentro dos limites da situação.

A inteligência espiritual me permite perguntar se quero estar nessa situação particular. Implica trabalhar com os limites da situação. Daniel Goldman, o teórico do Quociente Emocional, fala das emoções. Inteligência espiritual fala da alma. O quociente espiritual tem a ver com o que algo significa para mim, e não apenas como as coisas afetam minha emoção e como eu reajo a isso. A espiritualidade sempre esteve presente na história da humanidade. No início do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana. Só em meados da década de 90, a descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não soubesse lidar com as emoções. A ciência começa o novo milênio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual. Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma nova era no mundo dos negócios.


      Dana Zohar identificou dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes. Segundo ela, essas pessoas:


      1. Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo
      2. São levadas por valores. São idealistas
      3. Têm capacidade de encarar e utilizar a adversidade
      4. São holísticas
      5. Celebram a diversidade
      6. Têm independência
      7. Perguntam sempre "por quê?"
      8. Têm capacidade de colocar as coisas num contexto mais amplo
      9. Têm espontaneidade
      10.Têm compaixão 

 Onde encontrar esse livro?

Pegue aqui:
http://www.4shared.com/rar/-nMvL4Uh/Inteligncia_Espiritual_-_Dival.htm
 

 Adpt: Ana Paula Labre

segunda-feira, 2 de julho de 2012

História do Pensamento Juridico- Questões


As questões a seguir tratam-se, de uma avaliação da disciplina de História do Pensamento Jurídico, aplicada aos alunos do 1º período do curso de Direito. Perguntas e respostas corrigidas. Espero que sirva de base para você que também estuda essa matéria ou se interessa pela história do pensamento Jurídico.

Boa Prova.

1-                  A “common Law nasce como a lei comum a todos os ingleses, em oposição aos direitos locais feudais. Seu aparecimento a partir do século XIII, será obra exclusiva dos Tribunais Reais de Justiça, também conhecidos pelo nome do local onde inicialmente se estabeleceram os tribunais de Westminster.”
Castro F.L. in História do Direito Geral e do Brasil, Ed. Lumen Juris, Rio de Janeiro- RJ 2007, p.197.

Descreva como funciona o sistema jurídico conhecido pelo nome de Common Law.

(Dica: o interessante ao responder questões como esta é ler atentamente o trecho do livro que ele apresenta como base, pode ter certeza que não é em vão que ele apresenta o trecho do livro, neste caso já relembrarão ou saberão o que é a Common Law. Sendo assim, é importante também atentar-se ao que a questão pede. Neste caso não pede o que é a Commow Law, mas sim como funciona esse sistema, ou seja, já sabemos também que é um sistema jurídico.)

Resposta: A “common Law” como o próprio nome indica tratava-se da lei comum, para alcançar essa unificação era preciso romper com os privilégios garantidos pela dinâmica feudal. Nesse contexto surge uma importante instituição de justiça conhecida pelos tribunais de Westminster, local em que ficaram famosas as novas formas de análise jurídica. Formas que receberia os “Rights” como documento principal para o registro inicial do processo. Todo o processo se desenrolava sob uma base jurisprudencial, isto é, numa estrutura de precedentes anteriores. Se houvesse casos especiais, esses seriam remetidos aos tribunais de Equity. E ao final os tribunais de chancelaria finalizariam o processo.


2“Art.2- A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a prosperidade, a segurança e a resistência à opressão.
Art.3- O princípio de toda soberania reside, essencialmente, na nação. Nenhuma “operação, nenhum individuo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente.” 
Castro, F.L. in História do Direito Geral e do Brasil, Ed. Lumen Juris, Rio de Janeiro- RJ 2007, p. 247.


Acima temos dois artigos da Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão, elaborado pelos revolucionários franceses em 1789. Relacione os trechos acima com o contexto histórico que proporcionou a revolução francesa.

Resposta: A sociedade francesa composta pelo clero, nobreza e burguesia possuía interesses antagônicos no interior das classes sociais. A maioria do contingente populacional mantinha os encargos e tributos enquanto uma minoria privilegiada usufruía da mordomia palaciana. A centralização do poder, característica das monarquias absolutistas já não encontra espaço para lutar contra um ideário popular que se opunha a manter o status quó. Numa França rural e capitalista tornava-se cada vez mais incoerente a manutenção de um sistema que não levasse em conta os anseios populares advindos do ideário iluminista europeu. Somam-se a estes processos os desejos das assembléias instaladas na frança para elaborar uma constituição, em que o povo pudesse expressar suas vontades e anseios. A declaração universal dos direitos do homem e do cidadão surge nesse emblemático momento histórico que mudou para sempre os ventos que sopravam no mundo ocidental; ventos que interfeririam na elaboração de constituições, nas garantias fundamentais à pessoa, na política e na história.

3-      “Encurralado entre as duas maiores potências econômicas e militares de sua época, D. João tinha pela frente duas alternativas amargas e excludentes. A primeira era ceder às pressões de Napoleão e aderir ao bloqueio continental. A segunda, aceitar a oferta dos aliados ingleses e embarcar para o Brasil levando junto a família real, a maior parte da nobreza, seus tesouros e todo o aparato do Estado. Aparentemente, era uma oferta generosa.” Gomes, Laurentino in 1808, Ed. Planeta do Brasil, São Paulo- SP, p. 34.

A vinda da família real para a colônia brasileira é um marco importante na história de nossa nação. Este movimento, assim como o processo de independência, teve um importante apoio da Inglaterra. Apresente quais são os interesses ingleses em apoiar a vinda da família real para o Brasil.

Resposta: Esse importante marco histórico de nossa nação, marcado pela vinda da família real à colônia estava carregado de interesses que se conectavam aos interesses dos ingleses. Tal conexão estava marcada pela revolução industrial Inglesa, caracterizada pelo aumento da produtividade, em escala jamais vista, demonstrando o inicio do sistema capitalista em sua fase mercantil industrial. Como se vê, os ingleses como referencia produtiva, tinha como meta ampliar seus mercados no globo e para isso necessitava alterar a lógica do trafico de pessoas escravizadas. Primeiro porque esses deveriam se tornar consumidores, trabalhadores remunerados, segundo porque a ampliação somente se concretizaria se todo o globo abandonasse tal prática. Os ingleses apoiavam a vinda da família real para o Brasil porque, como veremos mais tarde, tratava-se de uma aliança com uma metrópole/ Colônia próspera que não deveria ficar à mercê de sua concorrente França.

4-      A Revolução do Porto foi um movimento de caráter liberal que ocorreu em Portugal no ano de 1820, onde os portugueses exigiam o retorno da família real para Portugal. Apresente a influencia deste movimento no processo de independência do Brasil.

Resposta: Ocorrida em 1820, a revolução do Porto, dois anos antes da Independência do Brasil, revela as pressões que a família real passava no Brasil para retornarem a Lisboa e retomarem o poder após acordos políticos. No Brasil, uma elite agrária pressionava a família real para elaboração de uma constituição e por garantias às minorias latifundiárias. O retorno da família real enfraquecia a relação de subordinação a que as elites nacionais estavam submetidas. O retorno fortalecia o movimento no Brasil que com a saída da família real permitia uma articulação entre os vários representantes de uma proposta de independência, que mais tarde surpreenderia a todos: Uma independência moderada. 

Por: George Furtado (Acadêmico de Direito)
Adpt: Ana Paula Labre (Acadêmica de Direito)



quarta-feira, 27 de junho de 2012

Estado de Maralé- Origem e Evolução- (COMO CRIAR UM ESTADO)



Trabalho apresentado à disciplina de Ciência Política do 1º período do curso de Direito como pré-requisito para a obtenção de nota semestral.

Proposta:

A disciplina de Ciência Política do primeiro período do curso de Direito aborda em seu conteúdo programático a forma de governo, sistema de governo de um estado país etc. Tendo como base a absorção do conhecimento por parte dos acadêmicos, e como uma atividade dinâmica para a busca do conhecimento, fora proposto aos acadêmicos do primeiro período do meu curso de Direito a criação de um estado (de acordo com a imaginação) utilizando-se de elementos básicos para a formação de um estado de acordo com o assunto ministrado no semestre e já supracitado, portanto apresento para vocês o meu trabalho de do meu grupo referente a criação do Estado.

Origem e evolução do estado de MARALÉ.

Espero que gostem e sirva de base para vocês, caros colegas.


ORIGEM E EVOLUÇÃO DO ESTADO DE MARALÉ

Uma região entre o sul do Brasil e norte da Argentina começa a chamar atenção do político e revolucionário Vinicius, um brasileiro conceituado que luta por dignidade das classes sociais menos favorecidas no território brasileiro e reconhecido por ter as melhores ideias no cenário nacional, sendo assim a história de vida dele é uma história de perseguição por meio daqueles que trabalham indignamente. Por outro lado, esse então território abandonado também chama a atenção do político argentino Rides Fernandes, esse senhor tem um perfil de cidadão do bem no país argentino, fora ele o responsável pelas maiores revoluções naquele país. Rides é representante da FIFA, em suas ideias políticas sempre incentivara o esporte como sendo um dos investimentos maiores para o País.

Região ali entre o sul do Brasil e norte da Argentina:

 

Rides muito se interessa nas propostas do então deputado federal brasileiro senhor Vinicius. Assim, ao saber que ambos pensam em ajudar o povoado que começa a se constituir entre os dois países, a representante daquele povoado senhora Ana Paula Labre propõe um encontro entre esses dois representantes, e ali conta às dificuldades que aquele povoado vem enfrentando, sobretudo pela aglomeração de pessoas e o descaso das autoridades dos dois países. Cada vez mais emigrantes dos países vizinhos se encontram ali, e buscam naquele lugar um meio de sobrevivência. O Território é grande, porém a pobreza a miséria é o cenário principal e realidade daqueles que ali buscam um meio de sobrevivência.
Tal ponto de vista da representante Ana Paula Labre foi de encontro aos anseios dos dois lideres políticos que com um histórico de revoluções e conquistas para seu povo, encontraram ali a oportunidade, a fim de constituir um estado independente, com sua própria economia.
Logo, após vários encontros entre os três representantes: Ana Paula Labre líder do povoado, senhor Vinicius deputado federal do Brasil, e senhor Rides Fernandes, representante da FIFA e líder político na Argentina, juntamente com milhares de pessoas começaram uma luta pela independência da região entre os dois países.

1.1. Lei 01/1990 de Maralé
Após um grande número de habitantes, tanto argentinos quanto brasileiros aos poucos constituía assim pequenos municípios de um futuro estado, um estado próprio e soberano através de um plebiscito. No inicio parecia que seria muito difícil conseguir daqueles pequenos municípios se constituírem um estado. Porem a população do Brasil e argentina tinha conhecimento das dificuldades enfrentadas pelos moradores dessas regiões. Depois de muitas conversas com os governos do Brasil e argentina pela criação de um estado soberano, tais países não esboçaram esforços para impedir os desmembramentos de suas regiões devidos a distancia e dificuldades de trazer progressos para região.
E com apoio dos governos do Brasil e Argentina no dia 06 de dezembro de 1990 com o aval da ONU Organização das Nações Unidas, OEA Organização dos Estados Americanos, os Países do MERCOSUL,  a Lei 01/1990 foi constituída e sancionada, onde cria o Estado soberano de Maralé nome dado em homenagem aos dois campeões do futebol do Brasil e Argentina- Mara- Maradona e Lé de Pelé, com a presença dos Presidentes do Brasil e Argentina, Maralé torna-se assim um estado independente com seus 18 municípios.

2. ELEMENTOS CONSTITUTIVOS

2.1.Povo
é o conjunto dos cidadãos de um país, ou seja, as pessoas que estão vinculadas a um determinado regime jurídico, a um estado. Povo é o conjunto de pessoas que pertencem ao Estado pela relação de cidadania, um conjunto de indivíduos vinculados pela cidadania a um determinado ordenamento jurídico.

2.1.2. Habitantes De Maralé
O Estado de Maralé possui uma população de 1.500,034 habitantes, divididos entre: 55% do sexo feminino, 40% masculino e 5% divididos entre os homossexuais e outros. O Estado de Maralé possui assim, raças, etnias e cores com 32% de brancos 25% de negros 28% pardos e 15% divididos entre índios caboclos e outros.

2.1.3. Aspecto Religioso
A religião católica é a religião predominante tem em sua maioria 43% protestantes 28% seguem outro tipo de religião e 15% Não se manifestaram à saber sua religião.


2.1.4. Condições para Naturalização
São condições para a concessão da naturalização: capacidade civil, segundo lei estatal, ser registrado como permanente em Maralé, residência contínua no território Maralense pelo prazo mínimo de quatro anos, imediatamente anteriores ao pedido de naturalização, ler e escrever a língua portuguesa e espanhola. Considerada as condições do naturalizado, exige-se assim o exercício de profissão ou posse de bens suficientes à manutenção própria e da família, bom procedimento civil e ético. Inexistência de denúncia, pronúncia ou condenação em Maralé ou no exterior por crime doloso a que seja cominada pena mínima de prisão, abstratamente considerada, superior a um ano.

2.2. TERRITÓRIO
O conceito de território surge inserido na proposta de geografia política de sendo assim definido como o espaço sobre o qual se exerce a soberania do Estado. Maralé possui um Território com área 21.910 km2 com 18 municípios, tem como capital a cidade Tamba.

2.2.1. Economia
Comércio de grande potencial turístico onde os Maralense tem como referencia mundialmente conhecida os eventos olímpicos, competições, shows esportivos, fábricas de roupas desportivas, que atraí milhares de turistas a compras aparelhagens desportivas, insumos desportivos para a produção de bolas e outros recursos de futebol. Fábricas de alimentos ricos em proteínas e carbo hidratos complexos simples e bebidas isotônicas, logo, muitas plantações de grãos: a soja o arroz o milho o que também caracteriza o pampa gaúcho e argentino.

2.2.2.Recursos Naturais
Os recursos naturais chamam a atenção dos que ali visitam tendo como principais rios o Sumaré, Araguaia do Sul, pampas e vários riachos, com clima tropical úmido.

2.2.3. Localização geográfica
O Estado de está localizado na América do Sul, ao Norte e oeste da argentina, ao sul com Uruguai e Oceano Atlântico ao leste com o Brasil.


2.2.4. Localização do Estado de Maralé
Municípios




2.2.5.Bandeira
(Figura não carregada)
•As cores azuis e branca representa as cores da bandeira Argentina;* A cor verde e amarela a bandeira do Brasil; *O brasão representado pela bola significa: a riqueza do estado de Maralé o investimento no futebol; *A bola contêm 18 gomos, cada um significa um município de Maralé;*Os gomos em destaque na cor azul Significa as 4 maiores Cidades: Tamba, a capital; Eurides sede dos complexos esportivos; ,Nova Iguaçú com belas paisagens naturais e Vitória onde possui as maiores fábricas de produção de desportos: Bolas e camisetas esportivas.


2.2.6 Hino Nacional de Maralé
Maralé teu nome é sagrado para aqueles
Que querem te amar! teu futuro que é tão presente
Hoje e sempre vamos venerar
Maradona e Pelé é a história
Símbolo de vitória e de muita conquista
Campeões que jogaram com osaudia
Para sempre em nossas memórias.


Salve! Salve! estado querido com teu povo fiel varonil
Suportastes muitas dificuldades e com bravura o povo resistiu
Teu governo é um governo unitário que trouxestes
Crescimento pra ti, com teus vários riachos naturais,
sumaré e araguaia do sul.

Com desporto que é tão presente, nasce
assim em nossos corações e mente a certeza
olímpica das vitórias contaremos assim essa história!
Com seus velhos e jovens guerreiros que um dia souberam lutar
Com a samba e o tango hodierno
com um hino vamos te louvar.

2.3.SOBERANIA
Soberania que exprime o mais alto poder do estado, a qualidade de poder supremo (suprema potestas), apresenta duas faces distintas: a interna e a externa. A soberania interna significa o imperium que o Estado tem sobre o território e a população, bem como a superioridade do poder político frente aos demais poderes sociais, que lhe ficam sujeitos, de forma e mediata ou imediata.
A soberania externa é a manifestação independente do poder do estado perante outros estados. A soberania é una e indivisível, não se delega, é irrevogável, é perpétua, é um poder supremo, eis os principais pontos de caracterização com que Bodin fez da soberania no século XVII um elemento essencial do estado. A soberania no estado formaria ao revés outra categoria de problemas de relevante importância, concentrados sumariamente na determinação da autoridade suprema no interior do estado, na verificação hierárquica dos órgãos da comunidade política e, sobretudo na justificação da autoridade conferida ao sujeito ou titular do poder supremo.

1.FORMA DE ESTADO

3.1. Unitário
Temos centralização quando as ordens emanadas de cima, do centro de decisão política, circulam para baixo, através dos canais administrativos, até as coletividades inferiores, onde os agentes do poder atuam como meros instrumentos de execução e controle, em obediência estrita às ordens recebidas. Cabe aí aos servidores do estado o papel de cumpridores de decisões, que não são suas, mas se fazem tão-somente por seu intermédio.
Como se vê, a centralização, à formas de estado, ou forma unitária é a mais simples, a mais lógica, a mais homogênea. A ordem jurídica, a ordem política e a ordem administrativa se acham aí conjugadas em perfeita unidade orgânica, referidas a um só povo, um só território, um só titular do poder público. No estado unitário o poder constituinte e poder constituído se exprimem por meio de instituições que representam sólido conjunto, bloco único, como se respondessem já nessa imagem à concretização daquele princípio de homogeneização das antigas coletividades sociais governantes, a cuja sombra nasceu e prosperou o estado moderno, corresponde esse momento centralizador à plena afirmação do estado como organização do poder.

2.FORMA DE GOVERNO

4.1.Republica
"coisa pública” é uma forma de governo na qual o chefe do estado é eleito pelos cidadãos ou seus representantes, tendo a sua chefia uma duração limitada. A eleição do chefe de estado, por regra chamada presidente da república, é normalmente realizada através do voto livre e secreto. Dependendo do sistema de governo, o presidente da república pode ou não acumular o poder executivo. Temporal eletivo responsável a origem deste. sistema político está na Roma antiga, onde primeiro surgiram instituições. Nicolau Maquiavel descreveu o governo a sua maneira. Estes escritos, bem como os de seus contemporâneos, como Leonardo Bruni, constituem a base da ideologia que, em ciência política, se designa por republicanismo

3.SISTEMA DE GOVERNO

5.1. Presidencialismo
é um sistema de governo no qual o presidente da república é chefe de governo e chefe de estado o mais alto representante público de um Estado-Nação, cujo papel inclui geralmente a personificação da continuidade e legitimidade do estado e o exercício de poderes, funções e deveres atribuídos ao chefe de estado pela constituição do país. Como chefe de estado, é ele quem escolhe os chefes dos grandes departamentos ou ministérios. Juridicamente, o presidencialismo se caracteriza pela separação dos poderes Executivo, legislativo e judiciário.

5.1.2. Sistema de Governo em Maralé
No estado de Maralé o sistema de governo é o presidencialismo onde, para presidente não há reeleição, para o chefe de poder executivo para o presidente da republica e prefeitos terão apenas um mandato de 04 anos, podendo concorrer em outras eleições posteriormente.

4.SISTEMA ELEITORAL
É como chamamos o conjunto de sistemas eleitorais utilizados para eleger representantes e governantes. No estado de Maralé é definido por lei propria além de ser regulado por um Tribunal Eleitoral Superior no que lhe for delegado pela lei. Na própria constituição já são definidos três sistemas eleitorais distintos, que são detalhados no código eleitoral: todas as Eleições terão o intervalo de 04 anos proporcionais e eleições majoritárias com 18 eleitos para o Senado e eleições majoritárias em dois turnos para presidente e demais chefes do executivo para cada município. A constituição definirá o "sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos", princípio que pauta os 03 sistemas eleitorais presentes no país.

7. REPRESENTAÇÃO POLITICA E ESTRUTURA PARTIDÁRIA
Os partidos políticos são organizações que congregam homens da mesma opinião para afiançar-lhes verdadeira influência na realização dos negócios públicos. Partido político é uma reunião de pessoas, com as mesmas convicções e os mesmos propósitos políticos, e que intentam apoderar-se do poder estatal para fins de atendimento de suas reivindicações. O instrumento da transformação social agrupa os filiados pela identidade de seu estado econômico, pela origem material e pela destinação também material das aspirações igualitárias.
O estado soberano de Maralé terá uma pluralidade de partidos políticos, ou seja, não terá limite de partidos, devendo todos os cidadãos maralenses que tem idoneidade moral, e estiver em dias com suas obrigações eleitorais, poderão através do regime democrático de direito fundar partidos políticos com os mesmos ideais por meio de um plano de ação governamental. Não serão aceitos a criação de partidos com fins militares e partidos com intuito de agir como milícias, no demais mediante apoio da população, todos os partidos políticos terão direito a fusão dos partidos, vários partidos se tornarem apenas um. A incorporação o partido A absorve o B e se torna um só, e a Cisão onde de um partido poderá surgir outros partidos. Os partidos políticos terão direito a propaganda gratuita na TV e Radio, a grandes concentrações políticas, porém não receberão do governo verbas para campanhas eleitorais.

8. PRESSÕES OPINIÕES E PRINCIPAIS PROBLEMAS DO ESTADO
Os grupos de pressões são organizações da esfera intermediária entre o indivíduo e o Estado, nas quais um interesse se incorporou e se tornou politicamente relevante, podem ser também grupos que procuram fazer com que as decisões dos poderes públicos sejam conformes com os interesses e as ideias de uma determinada categoria social. Os grupos de pressões não são outra coisa senão as forças sociais, profissionais, econômicas e espirituais de uma nação, enquanto aparecem organizadas e ativas. Tanto os partidos políticos como os grupos de pressões têm de comum a nota característica de constituírem categorias interpostas entre o cidadão e o Estado, servindo de laço de união e ponte ou canal entre ambos. As pressões da mídia onde tem divulgado variam deficiências do governo, dos partidos políticos de oposição ao governo que tem cobrado mais ações do governo no combate a criminalidade, investimentos na saúde e educação e dos sindicatos de trabalhadores de vários seguimentos da sociedade.

8.1. Dificuldades enfrentadas pelo estado
Os principais problemas enfrentados pelo Estado de Maralé vêm se agravando como as desigualdades sócias, desemprego, saúde, educação, habitação, Saneamento Publico e falta de segurança.

8.1.2.Poder midiático
A mídia considerada 4º poder, por um lado contribui para o fortalecimento da economia de Maralé mostrando ao mundo que o estado é fonte para exploração turística tendo em vista os grandes complexos desportivos, as grandes industrias de desportos as paisagens naturais e os rios, por outro essa mesma mídia aponta os problemas enfrentados pelo estado levantando assim uma pressão sobre o governo para melhorias, e instigando ao povo a vontade de lutar pelo seu estado de lutar pelo patriotismo.


REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DALARI, Dalmo de Abreu. Elementos de teoria geral do estado. 2ª Ed.São Paulo: Saraiva 1998.
BONAVIDES, Paulo. Ciência Política, São Paulo: Malheiros, 1998.
MALUF, Sahid. Teoria Geral do Estado,São Paulo: Saraiva, 1996.
CAMARGO, Margarida Maria Lacombe. Hermenêutica eargumentação. Uma contribuição ao Estudo do Direito. 3ª edição. Rio de Janeiro: Renovar, 2003.

Acadêmicos:
Ana Paula Labre
Rides Santos
Marcilene Alves
Marcos Augusto Freitas