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terça-feira, 20 de maio de 2014

OBRAS DE ARTE DE : Antônio André de Santana Filho- APRECIEM

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Natureza- Vales e Montanhas- Óléo Sobre Tela.

 Maçãs- óleo Sobre Tela.

 Flores- óleo sobre Tela.

 Rosas- Óleo sobre Tela.

 Flôr- Óleo sobre Tela.

 Casinha- OST.



 Fruto Típico do Goiás- Pequi- OST.

 Girassóis- OST.

 Animais- OST.

 OST.

 Meu presente- OST.

 Trem Fumaça- OST.

Návio, águas tranquilas- OST.

OST= Óleo Sobre Tela.


Todos os direitos autorais são reservados.

DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO- PERGUNTAS E GABARITO- GUIA PARA ESTUDOS.

1- JULGUE V PARA VERDADEIRO E F PARA FALSO.

a) (   ) A negociação é um meio diplomático/ político para solução de controvérsias internacionais onde os Estados estabelecem, diretamente, meios de contatos para buscarem uma solução satisfatória da situação.

b) (   ) Uma oferta espontânea de um Estado, organismo internacional ou autoridade para colaborar na solução de controvérsias que se limita a aproximar os litigantes e a oferecer um lugar neutro para negociação é conhecido por bons oficios.

c) (   ) No plano de solução de controvérsias internacionais, a doutrina não diferencia a mediação da conciliação pois são meios diplomáticos/políticos de solução de controvérsias internacionais

d) (   ) A arbitragem, assim como a mediação, pode ser classificada como meio diplomático para a solução de controvérsias.

e) (   ) Uma grande diferença entre os meios diplomáticos/políticos e os meios jurídicos de solução de controvérsias é a obrigatoriedade das decisões dos meios jurídicos em face da facultatividade dos meios diplomáticos/políticos.

f) (   ) A retorsão é um meio coercitivo para solução de controvérsias em que um Estado reage com ato equivalente ao ato/ameaça de outro Estado.

g) (   )  As represálias são meios coercitivos Lícitos e permitidas pelo Direito Internacional

h) (   ) O bloqueio é um ato estatal que, por meio de força armada, impede que um ente estatal  mantenha relações comerciais com terceiros.


RESPOSTAS: a) V; b) V; c) F; d) F; e) V; f) V; g) F; h)V.



2- O conceito de Direito Comunitário e da Integração dentro da ordem internacional do Direito Público, trás consigo a ideia de poder SUPRANACIONAL. O que é esse poder?


RESPOSTA: O poder Supranacional é exclusivo da UNIÃO EUROPÉIA, caracteriza-se por um poder de mando superior aos Estados, resultando da transferência de soberania operada pelas unidades estatais em benefício da organização comunitária, permitindo-lhe, a orientação e a regulação de certas matérias, sempre tendo em vista anseios integracionistas. 


3- Em relação à Corte Internacional de Justiça, assinale o item correto:

a) A CIJ não é o principal órgão jurisdicional da ONU.

b) A CIJ é composta por 9 (nove) juízes, eleitos pela Assembleia Geral e pelo Conselho de Segurança da ONU.

c) Na escolha dos juízes que compõem a CIJ, o Conselho de Segurança da ONU não terá poder de veto.

d) O mandato dos juízes da CIJ será de 9 (nove) anos, vedada reeleição.  

RESPOSTA: alternativa: C




CURSO DE DIREITO- PROCESSO CIVIL II -QUESTÕES E RESPOSTAS- PARA ESTUDO

Questão:

1- Analise as proposições e indique a alternativa correta.

I- O juiz poderá antecipar os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial caso se convença da verossimilhança da alegação, e estiver caracterizado o manifesto propósito protelatório do réu.

II- Exigindo prova inequívoca da causa de pedir e da existência de fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação, a tutela antecipatória objetiva assegurar a viabilidade da realização do direito afirmado pelo autor.

III- Em se tratando de ação que verse sobre direito indisponível, o juiz pode conceder de ofício a antecipação dos efeitos da tutela.

IV- A tutela antecipada poderá ser revogada ou modificada a qualquer tempo, desde que isso ocorra por decisão fundamentada.

São verdadeiras apenas as proposições da alternativa:

a) I e II
b) II e III
c) I e IV
d) II e IV

Resposta: alternativa C.



2- O autor, a  título de antecipação de tutela, requerer  providência de natureza cautelar, o juiz:

a) Terá de mandar o autor emendar a petição inicial, para adaptar o pedido aos requisitos da ação.

b) Indeferida a petição inicial.

c) mandará processar o pedido  cautelar em autos apartados, apresentando-os.

d) Poderá, quando presentes os respectivos pressupostos, deferir a medida cautelar em caráter incidental o processo ajuizado.

Resposta: alternativa D.



3- Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta:

Após a aquisição de determinado imóvel, o comprador ajuizou contra o vendedor ação de imissão na posse. Realizada a citação, mas ainda antes de a resposta ser apresentada, o comprador soube que a situação financeira do vendedor sofrera rápida e severa deterioração, o que tornava improvável que este pudesse reparar qualquer dano causado ao imóvel no curso da ação.

a) Deverá o autor aguardar a apresentação da réplica à contestação para pedir a antecipação da tutela jurisdicional.

b) Por ser certa a incapacidade do réu de arcar com as consequências negativas da manutenção de sua posse sobre o bem, justifica-se o julgamento antecipado da lide.

c) Não será possível a antecipação de tutela jurisdicional porque, diante da possibilidade de imissão na posse, ocorre a irreversibilidade jurídica da medida.

d) Dada a situação econômica do réu, o autor poderá requerer a antecipação da tutela jurisdicional mediante petição fundada no receio  de dano de difícil reparação.

Resposta: alternativa D.



4- A antecipação dos efeitos da tutela é concebida como forma de obtenção da tutela jurisdicional no momento anterior à prolação da sentença. Para a sua concessão é, necessária a presença de pressupostos regais e alternativos. São exemplos de pressupostos gerais:

a) A prova inequívoca, a verossimilhança das alegações e o perigo da demora. 

b) A prova inequívoca, o abuso de direito e o manifesto propósito protelatório de réu.

c) A prova inequívoca, a verossimilhança das alegações e a reversibilidade dos efeitos do provimento. 

d) A verossimilhança  das alegações e o perigo da demora.

Resposta: alternativa C.



5-Sobre a contestação no procedimento sumário é incorreto afirmar:

a) É lícito ao réu, na contestação, formular pedido a seu favor, desde que fundados nos mesmos fatos referidos na inicial.

b) A contestação deverá ser oferecida na audiência de instrução e julgamento.

c) A contestação poderá ser escrita ou oral.

d) Se o réu requerer na contestação prova testemunhal deverá apresentar, desde logo, o rol de testemunhas.


Resposta: alternativa B.



6- Na ação de danos por acidente automobilístico, pelo procedimento sumário, o autor deverá arrolar testemunhas:

a) Na petição inicial.

b) Até 10 dias da audiência de instrução e julgamento.

c) Até 05 dias antes da audiência de instrução e julgamento.

d) No prazo fixado pelo juiz.

Resposta: alternativa A.



7- Não se processam conforme o rito sumário as ações:

a) De ressarcimento por danos causados em acidente de veiculo de via terrestre.

b) De cobrança de despesas condominiais.

c) De arrendamento rural e de parceria agrícola.

d) Cujo o valor não exceda a sessenta vezes p valor do salário mínimo.

e) Relativas ao estado e capacidade das pessoas.

Resposta: alternativa E


terça-feira, 11 de março de 2014

As palavras de Frei Betto, que tocam a consciência!

(...) Hoje, custa assumir a velhice. A mercantilização da aparência humana descobriu o elixir da eterna juventude. Fortunas são movimentadas para prolongar a nossa juventude ou, pelo menos, a ilusão de que ela é perene: cirurgias plásticas, academias de malhação, pílulas energéticas, bebidas revitalizadoras, alimentos dietéticos etc.
Assim, a velhice ganha, aos poucos, o estigma da vergonha, como se as rugas fossem cicatrizes socialmente inadmissíveis, os cabelos brancos, sinais de degradação, a aposentadoria, ociosidade vergonhosa, as limitações próprias da idade, incompetência.(...)

Frei Beto- Preconceito à velhice
disponível em . Acesso em: 20 ago. 2012


quinta-feira, 9 de maio de 2013

EM BREVE,o mais breve!!

Amigos,

O mais breve possível voltarei a publicar os meus trabalhos, seminários e discussões jurídicas do curso de Direito!! 
esperando só ter um tempinho a mais ( o que parece impossível). Muito trabalho por aqui no escritório(processos que tem vidaa!!)  provas e muitos trabalhos da faculdade, e ainda tem as coisas de casa e outras (...)  para estar e colocar em dia todos os dias!!

Mesmo assim obrigada pela consideração de vocês nos meus trabalhos já publicados. Um grande Beijo e sucesso a todos.

Graça e Paz
Fé, foco e força!!!

Ana Labre

terça-feira, 26 de março de 2013

"Viramos assessores de imprensa de nós mesmos."



Você já deve ter conhecido alguém que é legal na vida real, mas na internet é inconveniente. Aquela pessoa que posta fotos de cachorro abandonado, do parente no hospital, ou ainda de momentos íntimos. O contrário também é comum. Você conhece uma pessoa pela internet, seja porque ela é engraçada ou porque é amigo de algum amigo e que parece ser legal, mas quando encontra pessoalmente, o charme se vai. Esses desencontros passaram a fazer parte da nossa vida há pouco tempo: nossa identidade virtual foi colada em quem realmente somos socialmente.
Um sábio uma vez falou que “o twitter me fez gostar de pessoas que não conheço e o facebook me fez odiar pessoas que conheço há anos”. Na internet as pessoas se revelam de outra forma, e ainda há muito o que ser equilibrado para que a etiqueta social seja aplicada na vida virtual.
Muito desse descompasso está em poder criar uma persona arbitrariamente editada na internet. Eu escolho qual foto colocar no meu perfil, quais nuances ressaltar da minha personalidade, qual gosto por músicas ou filmes eu divulgarei e quais opiniões sobre os acontecimentos eu darei. Tudo pode ser meticulosamente calculado. Quem não tem noção do perigo que pode ser expor algo íntimo na internet (pelo fato daquilo nunca mais ser apagado), corre o risco de queimar sua imagem para sempre.
Penso que muito desse conflito é causado porque a internet preenche um vazio da solidão do mundo moderno. Ela te acostuma a ter novidades o tempo todo, a se mostrar e ser aceito pelos seus gostos. O like nada mais é que um abraço – e não fui eu que criei esse conceito. Você entra na lógica de se expor e ser aceito e precisa retroalimentar o processo o tempo todo. Viramos “sacos sem fundo” de carência.
Quem tem Instagram pode perceber isso claramente. Há sempre alguém fazendo algo mais legal que você, em uma casa mais bem decorada que a sua, comendo uma comida melhor que o seu jantar. Há até uma síndrome nomeada de ‘Fear Of Missing Out’ para definir esse descompasso: é como se sempre estívessemos deixando de viver uma vida maravilhosa o tempo todo.
Acredito portanto que as pessoas que se expõem erroneamente na internet estão tentando entrar nesse ritmo, criar pessoas interessantes, conviver socialmente numa posição de destaque, mas que estão claramente falhando. E isso é compreensível. É dificílimo se sair bem. São muitas ferramentas, estímulos. Uma hora é legal gostar de uma banda e minutos depois isso foi vencido e já ficou determinado que é ridículo.
Outro dia brinquei: “se você comeu e não tirou foto, essa refeição existiu?”, numa alusão à máxima filosófica “Se uma árvore cai na floresta mas não há ninguém por perto, ela faz barulho?”. Será que só faz sentido ir a um show se ele for instagramável, tuitável ou compartilhável? Quem nunca sentiu ansiedade de estar vivendo um momento e não poder compartilhar com uma dezena de outras pessoas, que atire a primeira pedra. Vivemos em uma lógica de sempre divulgar o que estamos fazendo para sermos admirados. Viramos assessores de imprensa de nós mesmos.

ADPT: Ana Labre 

segunda-feira, 25 de março de 2013

Pseudos ou "mente abertas?".


Você tem cabeça aberta?

DE SÃO PAULO

Você tem cabeça aberta? Acusar alguém de ter cabeça fechada hoje em dia é uma ofensa pior do que xingar a mãe.
Hoje todos querem ter cabeça aberta. Um tema top para cabeças abertas é preconceito x práticas sexuais, e um lugar certo para deixar claro que você tem cabeça aberta é jantares inteligentes. Se você quer fazer sucesso num jantar desses, chame todo mundo que discorda de você de "ridícula".
Nesses jantares, as pessoas têm as opiniões certas sobre tudo; por exemplo, ninguém tem preconceito contra nada. Acho muito fofo gente que não tem nenhum preconceito contra nada.
No tema "práticas sexuais", o que percebemos, se formos um pouquinho além do senso comum, é que o "normal x patológico" ou "moral x imoral" é bastante relativo no tempo e no espaço. Isso significa que o que se acha imoral hoje amanhã pode não ser, e vice-versa. O mesmo para o que se acha patológico.
Quem busca um critério absoluto, sem variação histórica ou geográfica (a tal variação no tempo e no espaço de que falei acima), hoje em dia, se vê em maus lençóis. Além, claro, de dar atestado de ter preconceitos numa época em que ter preconceitos é pior do que matar a mãe.
Aliás, se não disse ainda, digo: acho fofo gente que não tem preconceito contra nada.
Um modo de se posicionar acerca dessa fronteira entre sexo normal x patológico ou moral x imoral é defender a ideia de que entre dois adultos tudo é permitido, se a prática for fruto de livre escolha (eis uma versão para mortais da tal autonomia kantiana).
Esse argumento até é válido, já que não sabemos mais nada sobre coisa nenhuma em moral (só mentirosos dizem que têm "princípios éticos"). Mas ele é problemático, já na definição de "adulto", porque ela também é relativa no tempo e no espaço. Um cara de 40 ficar com uma mina de 14 nem sempre foi visto como crime contra a infância.
Outra coisa problemática é a própria ideia de "livre escolha". Por exemplo, se você gosta de apanhar, talvez só goste mesmo quando seu parceiro ou parceira vai além do que você "permite", senão você não goza de verdade. Mas devo confessar que há algo de pueril em achar que "livre escolha" resolva o problema. Acreditar na ideia de "autonomia kantiana" (a tal da "livre escolha"), às vezes, também, é superfofo.
Vamos, porém, deixar de barato esses pequeníssimos detalhes e vamos a algo mais "significativo".
Faço uma proposta para seu próximo jantar inteligente. Claro, se você for um pobre engenheiro, nem pense em querer ir, a menos que sua mulher seja psicóloga --aí os donos da casa inteligente podem aceitá-lo. Se você for um cara e sua "mulher psi" for um cara também, aí a entrada é garantida.
Acho que, se você é o tipo de pessoa que quer provar que tem cabeça aberta, você deve discutir apenas o que lhe parece absurdo (ou "nojento", na linguagem de gente que tem preconceito). Mas não é isso o que acontece normalmente.
A moçadinha que tem cabeça aberta só gosta de discutir coisa que não põe em risco sua imagem de gente bacana. Falar mal de machista, racista, sexista, católico e evangélico é coisa de iniciante no ramo de discussões de verdade.
Lembre: o que hoje é doença ou imoralidade amanhã pode não ser.
Na verdade, imagino que em breve esses caras terão suas ONGs e defenderão também "safe sex". Como fazê-lo? Ensinando nas escolas a identificar fezes infectadas pela aparência e cheiro?
O que a gente fofa diria disso? Ainda sem preconceito? Perdeu o apetite? As ciências sexuais têm muito o que aprender.

ADPT: Ana Labre
Luiz Felipe Pondé
Luiz Felipe Pondé, pernambucano, filósofo, escritor e ensaísta, doutor pela USP, pós-doutorado em epistemologia pela Universidade de Tel Aviv, professor da PUC-SP e da Faap, discute temas como comportamento contemporâneo, religião, niilismo, ciência. Autor de vários títulos, entre eles, "Contra um mundo melhor" (Ed. LeYa). Escreve às segundas na versão impressa de "Ilustrada".

terça-feira, 23 de outubro de 2012

AULA DE DIREITO-Sandra Jorge

AULA DE DIREITO


Uma manhã, quando nosso novo professor de "Introdução ao Direito" entrou na sala,

a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Como te chamas?
- Chamo-me Juan, senhor.
- Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais!- gritou o desagradável professor.
Juan estava desconcertado.
Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
Todos estávamos assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - e perguntou o professor - para que servem as leis?...
Seguíamos assustados porém pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!

- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!!

- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça- falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso... para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começávamos a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor.
- Para diferençar o certo do errado... Para premiar a quem faz o bem...

- Ok, não está mal porém... respondam a esta pergunta:
agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?...
Todos ficamos calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não!! - respondemos todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!!!
- E por que ninguém fez nada a respeito?

Para que queremos leis e regras
se não dispomos da vontade necessária para pratica-las?
-Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar
quando presenciar uma injustiça. Todos.
Não voltem a ficar calados, nunca mais!
- Vá buscar o Juan - disse, olhando-me fixamente.
Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.
Quando não defendemos nossos direitos
perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia
 
Sandra Jorge

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Especialmente para minhas amigas- Tuanny Santos (Tuty) e Caroline Zampilis (Raven)


Amiguissimas  olhem que tema bacana!! Vivemos e aprendamos!!

As vezes temos muitos sonhos, muitos planos que queremos realizá-los algum dia. Eles se baseiam principalmente no nosso conhecimento de mundo ou adminiração de alguma coisa, de algo ou de alguma pessoa em especial. Sendo assim, como temos tantos planos temos que saber diferenciar a COMPARAÇÃO da ADMIRAÇÃO. Admirar  algo bom, bonito e promissor não é nada de mais, as vezes nos impulsiona a querer também a correr atrás e conquistar o melhor. Mas comparar não nos leva a nada, para conquistarmos nossos próprios bens precisamos antes de tudo valorizar as nossas conquistas, a nossa vida, a nossa própria beleza a nossa luz!! o amor próprio é a base de tudo!

As comparações fazem parte da natureza humana e servem, de certo modo, para definir papéis e particularidades: fulano é mais alto do que beltrano, meu salário é maior que o seu, a empresa em que trabalho é tão boa quanto a sua. Até certo ponto, se comparar com os outros é normal –o problema é que muita gente transforma essa ação em hábito, o que pode ser prejudicial. Principalmente se a conclusão sempre sinaliza uma posição de desvantagem para quem se compara. Se isso vem acontecendo com você, confira a opinião de especialistas sobre o que esse comportamento e saiba como lidar com ele.

Autoestima baixa
De acordo com a psicóloga Miriam Barros, especialista em terapia familiar, psicodrama e coach, quanto mais insatisfeitos e infelizes estamos com o que somos ou temos, mais comparações fazemos –e elas incomodam. Para a psicóloga Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a ação de comparar está ligada à competição. "Quem sempre se vê em desvantagem em relação aos demais se coloca no papel de vítima, de eterno perdedor. É um sinal de extrema insegurança, de quem não sabe valorizar o que tem, pois nem sabe o que tem", afirma.

Dica: o primeiro passo é ter um olhar mais carinhoso e menos exigente sobre si mesmo. "Em vez de observar somente o que o outro tem e você não, concentre-se nas suas conquistas e qualidades", afirma Denise. O truque de colocar essa lista em um papel dá certo, pois escrever funciona como uma espécie de validação inconsciente.

Inveja sutil
Todo sentimento de inveja é motivado por uma comparação –o invejoso quer determinada coisa que o outro tem porque a julga melhor do que aquilo que possui. A diferença é que o invejoso padrão não sabe lidar direito com a própria frustração, mas se mexe para combatê-la. Para atingir seus objetivos, pode apostar em atitudes positivas, como fazer da dor de cotovelo uma motivação, ou em ações nocivas, como tentar prejudicar o alvo de quem lhe desperta ressentimento. Já quem vive à base de comparações, às vezes nem sabe se quer algo que pertence a outra pessoa –só tem certeza de que o que tem é pior, menos valioso ou de pouca importância.

Dica: segundo o psiquiatra José Raimundo Lippi, do IDHL (Instituto de Desenvolvimento Humano Lippi), vale tentar transformar a inveja em admiração. "Admirar algo ou alguém cria uma motivação para evoluir, enquanto se comparar produz um sentimento de inferioridade", diz. Essa evolução pode começar a partir de uma simples pergunta: como faço para obter ou desenvolver aquilo que vejo de bom na vida de outra pessoa?

Autoconhecimento
Pode acreditar: enquanto seu olhar estiver direcionado para o que acontece na casa do vizinho, nada vai melhorar. Por que? Porque você sabe mais sobre a vida dele do que sobre a sua. "Colocar-se somente em desvantagem revela que você vem valorizando apenas os aspectos negativos da sua trajetória pessoal", afirma Denise. Algumas frases típicas: "nada dá certo para mim”, “todo mundo ganha bem, menos eu", "nunca vou ter um carro decente" e por aí vai. É uma visão genérica e superficial que despreza os acontecimentos bons do caminho e as facetas positivas da própria personalidade.

Dica: lembre-se das conquistas que teve e das circunstâncias nas quais se saiu bem. Em vez de compará-las com as experiências de outra pessoa, analise o que você fez –e como fez– para que essas situações tenham dado certo.

Desvalorização do esforço alheio
Quem se compara demais costuma desenvolver um olhar fantasioso em relação ao próximo –na maior parte das vezes, as conquistas alheias são creditadas à sorte, e não ao merecimento. "A pessoa com a mania de comparação não consegue enxergar o mérito e o empenho dos outros, simplesmente porque não desenvolve tais características em si mesma", diz a psicóloga Denise. "Ela se sente tão para baixo e tem uma visão tão distorcida dos fatos que julga que as coisas caem do céu para todos, menos para ela".

Dica: pergunte-se: o quanto de esforço tal pessoa empregou para conquistar seus objetivos? Será que tenho disposição para fazer o mesmo? Ou só estou enxergando os benefícios? Vale, também, ter a humildade de chegar no outro e perguntar: "o que você fez?". Aproxime-se e aprenda.

Comodismo
Há quem envenene tanto a própria vida com a comparação que deixa de tomar atitudes importantes, que poderiam mudar sua rotina para melhor. Um bom exemplo é o do executivo inseguro que tem um bom projeto na cabeça, mas desiste de apresentá-lo ao chefe depois de ouvir as ideias de um colega –muito mais originais e criativas, segundo sua perspectiva distorcida.

Para os especialistas, as pessoas que vivem se comparando às outras parecem não sair do lugar justamente porque preferem ser conformadas– reclamam demais e se ressentem com aquilo que não é delas, mas não fazem nada para mudar. "É cômodo ficar olhando para a vida alheia, já que a mente tenta, o tempo todo, evitar o sofrimento. Mas essa atitude impede de encararmos a nós mesmos e resolver os problemas e dificuldades que temos", diz Miriam.

Dica: trace uma estratégia. Se deseja uma promoção no emprego, por exemplo, avalie se precisa fazer algum curso, passar por algum outro cargo primeiro, melhor o nível do inglês etc. "Não deixe de analisar as necessidades emocionais e os recursos disponíveis para atendê-las, como desenvolver a autoconfiança, ser mais otimista, ver o lado bom das coisas", diz Denise.
Fonte: Uol Mulher - Comportamento

Cameras nas Escolas, o que acham do tema?

A fim de garantir maior segurança nas unidades de educação do Município, a Prefeitura da Estância Turística de Salto contratou empresa especializada para instalar câmeras de vigilância em todas as escolas e creches.
Para tanto, essa contratação teve origem na elaboração de amplo projeto técnico contemplando 35 Unidades Educacionais, incluindo 260 câmeras com sensores infravermelhos passivos, 35 gravadores (junto da redundância perante a central de monitoramento), 35 centrais de alarmes, 35 comunicadores (linha telefônica, GPRS e Ethernet), tudo de acordo com as necessidades levantadas em parceria entre as Secretarias da Administração e da Educação.
Além de aumentar a proteção dos prédios públicos, o sistema licitadoviabiliza e disponibiliza largura de banda necessária para o fornecimento de internet às escolas municipais, além de permitir operações simultâneas como: gravação, reprodução e exportação de imagens, configuração do sistema, monitoramento ao vivo, consulta de eventos e pesquisa de imagens durante o monitoramento do servidor.
O projeto também contemplou a estruturação de uma central de monitoramento e de vigilância motorizada funcionando 24 horas por dia, além de um sistema de seguro dos prédios, dos bens neles existentes, bem como das suas instalações, com as coberturas essenciais.
Vale destacar que o sistema integrado de segurança contratado, que inclui alarme e comunicação junto de uma central de monitoramento, possui uma eficácia maior e um custo menor em relação à contratação de mão-de-obra.

A exemplo  das escolas no município de Salto em São Paulo, o tema em questão tem trazido vários debates e polêmicas. Se por um lado as escolas preveem uma maior segurança tanto para os alunos quanto para os professores, por outro os adolescentes e até mesmo os adultos se sentem invadidos. Para tentar diminuir os atos de violência e vandalismo, a Secretaria de Educação pretende instalar câmeras em todas as 620 escolas públicas do Distrito Federal. Assim, mesmo antes de ser sancionado pelo governador Arruda, o projeto do deputado Cabo Patrício causa muita polêmica entre estudantes, pais e psicólogos.
.A Jornalista Liliane Borba em suas publicações, narra sua opinião e a de estudantes pais e professores. Ensejada no tema em questão afirma que  a estudante Ingrid, de 15 anos, da escola Azul do Riacho Fundo 1, concorda com a instalação das câmeras, mas teme pela privacidade dos alunos, “É bom para inibir a violência, mas não acho certo vigiarem a gente dentro da sala de aula”.
            Mas quanto a isso, os alunos não precisam se preocupar, pois o projeto prevê que as câmeras fiquem nas áreas internas e externas das escolas, exceto em locais como banheiro, sala de aula e sala dos professores. Além de ser obrigatória a sinalização para avisar que a escola está sendo monitorada.
            Os pais acham importante e se sentirão mais seguros em deixar seus filhos nas escolas, como diz a dona de casa Thaís Silva, que também acredita que as câmeras podem ser grandes aliadas no processo de educação dos alunos. “Tem que ter câmera na escola, acho mais seguro. É um jeito dos alunos se auto-limitarem”.
            Para alguns psicólogos o monitoramento gera um falso conceito de disciplina, desenvolvendo nos estudantes uma dupla noção de moralidade. Os alunos se comportam bem diante das câmeras e mudam de comportamento quando estão longe delas. Porém, isso não pode ser visto de maneira generalizada. Os efeitos negativos dependem de cada aluno e devem ser tratados de modo individual e com a ajuda do Estado, como diz a psicóloga Fernanda Albuquerque, “Cabe à escola, ou melhor, ao governo contratar psicólogos para cada escola, ajudando assim os alunos na mudança”.
            Se os problemas de violência e vandalismo vêm causando tanta preocupação na comunidade, isso se deve à interação de diversos fatores que acabaram por culminar na implantação desse projeto. Podemos citar a inabilidade do Estado em oferecer condições suficientes para prevenir a violência e não apenas usar a repressão como forma para compensar sua ineficiência; a falta de compromisso da sociedade em assumir suas dificuldades de relacionamento interpessoal, como o preconceito e a exclusão; e também, a dificuldade das escolas em assumirem seu papel de educadoras e não apenas se organizarem para repreender as atitudes de vandalismo.
            A psicóloga Paola acredita em outras formas de combate à violência. “Melhor do que as câmeras seriam os trabalhos em grupos (alunos, professores, diretores, família e comunidade) para a preservação da escola, para a valorização do ensino-aprendizagem”.
            Mas não podemos negar que as câmeras podem ser grandes armas de intimidação e que podem ajudar no combate á violência. Porém, o medo que os indivíduos sentem em cometer infrações diante delas não pode ser visto como sinônimo de respeito.


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A pipa e a flôr



'O ciúme é aquela dor que dá quando percebemos que a pessoa amada pode
ser feliz sem a gente'. 
Por : Rubens Alves                                              A PIPA E A FLOR

Poucas pessoas conseguiram definir tão bem os caminhos do amor como
Rubem Alves, numa fábula surpreendente, cujos personagens são: uma pipa
e uma flor .


A história começa com algumas considerações de um personagem que 
deduzimos ser um velho sábio .


Ele observa algumas pipas presas aos fios elétricos e aos galhos das        
árvores e afirma que é triste vê-las assim, porque as pipas foram feitas  
para voar.     
Acrescenta que as pessoas também precisam ter uma pipa solta dentro delas
para serem boas.    
Mas aponta um fator contraditório: para voar, a pipa tem que estar presa         
numa linha e a outra ponta da linha precisa estar segura na mão de alguém.   
Poder-se-ia pensar que, cortando a linha, a pipa pudesse voar mais alto,
mas não é assim que acontece. Se a linha for cortada, a pipa começa a cair.       
Em seguida, ele narra a história de um menino que confeccionou uma pipa.    
Ele estava tão feliz, que desenhou nela um sorriso.  
Todos os dias, ele empinava a pipa alegremente.       
A pipa também se sentia feliz e, lá do alto, observava a paisagem e se
      
divertia com as outras pipas que também voavam.   
Um dia, durante o seu vôo, a pipa viu lá embaixo uma flor e ficou           
encantada, não com a beleza da flor , porque ela já havia visto outras     
mais belas, mas alguma coisa nos olhos da flor a havia enfeitiçado.        

Resolveu, então, romper a linha que a prendia à mão do menino e dá-la           
para a flor segurar. Quanta felicidade ocorreu depois!         
A flor segurava a linha, a pipa voava; na volta, contava para flor tudo o  
que vira. Acontece que a flor começou a ficar com inveja e ciúme da pipa.
         
Invejar é ficar infeliz com as coisas que os outros têm e nós não temos;
ter ciúme é sofrer por perceber a felicidade do outro quando a gente não          
está perto. A flor , por causa desses dois sentimentos, começou a pensar:          
se a pipa me amasse mesmo, não ficaria tão feliz longe de mim... Quando a      
pipa voltava de seu vôo, a flor não mais se mostrava feliz, estava sempre           
amargurada, querendo saber com quem a pipa estivera se divertindo. A
partir daí, a flor começou a encurtar a linha, não permitindo à pipa voar           
alto. Foi encurtando a linha, até que a pipa só podia mesmo sobrevoar a           
flor     .
Esta história, segundo conta o autor, ainda não terminou e está  
acontecendo em algum lugar neste exato momento.           
Há três finais possíveis para ela  

1 - A pipa, cansada pela atitude da flor , resolveu romper a linha e
procurar uma mão menos egoísta.

2 - A pipa, mesmo triste com a atitude da flor , decidiu ficar, mas            
nunca mais sorriu.

3 - A flor , na verdade, era um ser encantado. O encantamento quebraria         
no dia em que ela visse a felicidade da pipa e não sentisse inveja nem    
ciúme .

Isso aconteceu num belo dia de sol e a flor se transformou numa linda 
borboleta e as duas voaram juntas.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL

      INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL

        Você é Espiritualmente Inteligente?

        No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida. 

Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus" no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas. O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune. Afirma Dana: "A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos em uma cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual".
        Aos 57 anos, Dana vive na Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes. Formada em física pela Universidade Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford. É autora de outros oito livros, entre eles, "O Ser Quântico" e "A Sociedade Quântica", já traduzidos para o português. "QS - Inteligência Espiritual" já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record). Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido  ao seu trabalho.
        Ela falou a EXAME em Porto Alegre durante o 30º Congresso Mundial de Treinamento e Desenvolvimento da International Federation of Training and Development Organization (IFTDO), organização fundada na Suíça, em 1971, que representa 1 milhão de especialistas em treinamento em todo o mundo.


        Eis os principais trechos da entrevista:


        O que é inteligência espiritual?


É uma terceira inteligência, que coloca nossos atos e experiências num contexto mais amplo de sentido e valor, tornando-os mais efetivos. Ter alto quociente espiritual

(QS) implica ser capaz de usar o espiritual para ter uma vida mais rica e mais cheia de sentido, adequado senso de finalidade e direção pessoal. 

O QS aumenta nossos horizontes e nos torna mais criativos. É uma inteligência que nos impulsiona. É com ela que abordamos e solucionamos problemas de sentido e valor. O QS está ligado à necessidade humana de ter propósito na vida. É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão nortear nossas ações.

        De que modo essas pesquisas confirmam suas ideias sobre a terceira inteligência?
      Os cientistas descobriram que temos um "Ponto de Deus" no cérebro, uma área nos lobos temporais que nos faz buscar um significado e valores para nossas vidas. É uma área ligada à experiência espiritual. Tudo que influencia a inteligência passa pelo cérebro e seus prolongamentos neurais.. Um tipo de organização neural permite ao homem realizar um pensamento racional, lógico. Dá a ele seu QI, ou inteligência intelectual. Outro tipo permite realizar o pensamento associativo, afetado por hábitos, reconhecedor de padrões, emotivo. É o responsável pelo QE, ou inteligência emocional. Um terceiro tipo permite o pensamento criativo, capaz de insights, formulador e revogador de regras. É o pensamento com que se formulam e se transformam os tipos interiores de pensamento. Esse tipo lhe dá o QS, ou inteligência espiritual.


      Qual a diferença entre QE e QS?


É o poder transformador. A inteligência emocional me permite julgar em que situação eu me encontro e me comportar apropriadamente dentro dos limites da situação.

A inteligência espiritual me permite perguntar se quero estar nessa situação particular. Implica trabalhar com os limites da situação. Daniel Goldman, o teórico do Quociente Emocional, fala das emoções. Inteligência espiritual fala da alma. O quociente espiritual tem a ver com o que algo significa para mim, e não apenas como as coisas afetam minha emoção e como eu reajo a isso. A espiritualidade sempre esteve presente na história da humanidade. No início do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana. Só em meados da década de 90, a descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não soubesse lidar com as emoções. A ciência começa o novo milênio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual. Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma nova era no mundo dos negócios.


      Dana Zohar identificou dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes. Segundo ela, essas pessoas:


      1. Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo
      2. São levadas por valores. São idealistas
      3. Têm capacidade de encarar e utilizar a adversidade
      4. São holísticas
      5. Celebram a diversidade
      6. Têm independência
      7. Perguntam sempre "por quê?"
      8. Têm capacidade de colocar as coisas num contexto mais amplo
      9. Têm espontaneidade
      10.Têm compaixão 

 Onde encontrar esse livro?

Pegue aqui:
http://www.4shared.com/rar/-nMvL4Uh/Inteligncia_Espiritual_-_Dival.htm
 

 Adpt: Ana Paula Labre